Altas e quedas do mercado
A bolsa passa por longas altas e quedas fortes. Olhar para as do passado ajuda a colocá-las em perspectiva.
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A bolsa não anda em linha reta. Ao longo das décadas, o mercado americano passou por longos períodos de alta e por quedas dolorosas. Algumas palavras comuns são usadas para descrevê-los.
- (bull market): um longo período de preços subindo, muitas vezes definido como uma alta de 20% ou mais a partir de um fundo.
- (bear market): uma queda de 20% ou mais a partir de um pico.
- Correção: uma queda menor, de 10% a 20%.
Três quedas da história recente
- De 2000 a 2002: depois da euforia da internet, o caiu cerca de 49%, e a Nasdaq, cheia de empresas de tecnologia, cerca de 78%.
- De 2007 a 2009: na crise financeira, o S&P 500 caiu cerca de 57%. Só em 2013 ele voltou ao pico de 2007.
- 2020: no começo da pandemia, caiu cerca de 34% em pouco mais de um mês e já estava em um novo recorde em agosto.
Nem toda queda termina do mesmo jeito
No passado, o S&P 500 como um todo acabou atingindo novos recordes depois de cada uma dessas quedas, mas a espera variou de alguns meses a muitos anos. Empresas individuais são diferentes: algumas nunca se recuperam. O Lehman Brothers, um grande banco, quebrou em 2008, e seus acionistas perderam quase tudo. O quanto uma queda pesa para alguém também depende do seu horizonte de tempo.
Lembre-se
Esses números se referem ao preço do índice, sem dividendos. O passado não garante nada sobre o futuro, e ninguém consegue prever com segurança quando uma queda vai começar ou terminar.